T E M P O E S P I R I T U A L E D O S M O R T A I S
Abordaremos um assunto relativamente complexo para ser compreendido assim da primeira vez. É como que uma “estrada” que se vai percorrendo e apreciando aos poucos. Existem aspectos que sequer compreendo, ao certo, do que se trata, mas isso não impede de irmos adiante, deixando o incógnito para diversos retornos especulativos.
1)-ALGUMAS
INFORMAÇÕES PRÉVIAS SOBRE O “TEMPO”
Gostaria muito que examinassem os vários documentos especulativos produzidos a respeito. Alguns deles são muito primitivos, rudimentares mesmo. Como aquelas considerações que foram acrescentadas na patente de invenção “Fusógino de Hidrogênio” que foi depositada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial, do MIC-Ministério da Indústria e Comércio) em março ou abril de 1982. Também o assunto já foi examinado em alguns sites que estiveram ou ainda estão na INTERNET: em Inglês. O último deles foi (examine com o tradutor do GOOGLE ou BABELFISH do AltaVista):
http://users6.Jabry.com/smithsax/o_savelli/time.htm
http://users6.Jabry.com/smithsax/o_savelli/graph.jpg É uma ilustração do arquivo anterior e mostra (especulativamente) como é a “relação” entre a escala (“relativa”) que mede o “tempo de Deus” (nosso Alá direto e único = nosso Jeová comandante) e que mede o nosso “tempo de MORTAIS” (o nosso tempo “normal”, não como o tempo mortal para seres transladados, como o de Elias, de Moisés, de Enoque e seu povo, e outros, que continuaram a viver como “mortais”, mas fora de “NOSSA ESCALA DE TEMPO MORTAL”, para “viver como que muito LENTAMENTE em relação a nós, para depois virem a “morrer”).
Tentei mostrar esses 3 tipos de “referenciais de tempo”, mas ainda são bem especulativos. Conforme especulei, quando NOÉ estava viajando “sobras a águas do Dilúvio” (águas quentíssimas e fervendo, cobrindo as mais altas montanhas, tudo num BATISMO GLOBAL” - podes imaginar que os Continentes afundaram um pouco e o fundo dos Oceanos se elevou um pouco: como que a elevação do fundo flexível de “piscina de lonas plásticas”) ao se “fechar da ARCA”, foi o momento da “mudança do REFERENCIAL DE TEMPO”.
Só especulo como é a relação matemática com o “tempo de Deus” para se trazer ao nosso referencial de “tempo dos mortais normais”: HUM! Conforme concluí, o DILÚVIO pode muito bem ter durado “uma ERA GEOLÓGICA”, talvez MILHÕES DE ANOS... Mas dentro da ARCA só se passou aquele tempo MORTAL indicado na Bíblia. Lembram do filme Planeta dos Macacos: a Astronave era tipo uma “Arca” (dentro se passaram poucos anos e fora MILHÕES DE ANOS).
Que sabemos, mortais, sobre o “TEMPO DE DEUS” e de nosso “Deus” e das “leis” que os relacionam com nosso tempo mortal? Parece que tenho só “um ponto” amarrando-os. É fácil ver também como é o referencial de “tempo” para Deus, o Pai Altíssimo, e a Criação em que viveu como um mortal como nós, em relação ao nosso referencial de tempo como “mortais”.
http://www.geocities.com/o_savelli/TIMExTIMEgraph.jpg É o mesmo gráfico anterior, porém agora com muito mais informações e explicações adicionadas ao mesmo.
Note que os “DIAS DE DESCANSO DO SENHOR” se repetem a cada 7 dias desde a Criação infinitamente primeira, a do UM DEUS, ao se usar a “escala do tempo dos Deuses”. Ou seja, os “tempos relativos, de Criação” seguem a mesma “lei”, como que ao aperfeiçoar uma Criação, DEUS (através dos Deuses) começa uma nova, indo de alfa a ômega e recomeçando em alfa, num “círculo eterno” e infinito: o do TEMPO ABSOLUTO.
Apenas a “percepção é o que se consegue ter DO TEMPO ABSOLUTO” , como que o “valor presente” que se dá a distintos eventos. É algo que se pode avaliar como o “tempo relativo ou dos Deuses”.
Mas como os Deuses são como um “dedinho” que está no EU TODO, e o EU TODO está nos “dedinhos”, “eles” podem ser encarados como “UM TODO E INTEGRADO, ÚNICO”, em o UM DEUS, o SER SUPREMO.
Mas é claro que seu “dedinho” não é VOCÊ TODO, mas pode agir e falar como “VOCE TODO”, e sentir como “VOCÊ”. Sois todo solidário com tudo o que te compõe. Mas a “soma” de todas as tuas partes (os “Deuses”) não permite recompor o EU TODO que é VOCE.
Assim é com o UM DEUS, o SUPREMO SER, o qual é SEMPRE EXISTENTE, o SUPREMO de todos os ALTÍSSIMOS (que só são SUPREMOS dentro dos respectivos limites de suas Criações: agindo como o UM DEUS).
Cada Deus é e age como o SUPREMO, de forma que o tempo dos Deuses (em sua Escala de tempo) está contido no TEMPO DO UM DEUS, do SER SUPREMO, em SUA ESCALA. Falaremos sobre KOLOB, o qual se refere a essa relação que existe entre o TEMPO ABSOLUTO (SUPREMO) e o “tempo relativo” aos que são “Deus”, e que se relaciona com o nosso tempo e sua escala para os “mortais”.
2. VAMOS NAVEGAR POR MARES REVOLTOS?
Parece “difícil”, em termos de mortalidade, falarmos sobre infinito, eterno, tempo, sem fim, sem começo, etc,
Há que compreendermos o que são “infinitésimos” (muito utilizados no cálculo integral e diferencial): são valores extremamente reduzidos, e que tendem ao valor zero. Apesar de todos tenderem para “zero”, não são “iguais”. Existem “ordens de infinitésimos”, como que uns se aproximando mais rapidamente do zero que os outros. Se nós fizermos o inverso desses números, compreenderemos o que são números extremamente “grandes” e que estão se aproximando do que denominamos de “infinitos”. De forma que ao infinitésimo alcançar o valor “zero”, o inverso desse número alcança o valor “infinito”. Assim como há os infinitésimos que não são todos “iguais” (em suas aproximações de “zero”), o inverso deles também não resulta em números todos “iguais” (em suas aproximações ao “infinito, ou eterno”, o que representa tudo o que é “ilimitadamente grande”). Veja algo nesse assunto:
http://www.triplov.com/coloquio_4/iserra.html “Na matemática árabe, Ibn Qurra manipula o infinito como se tratasse de
um outro número. Ele aceita que há infinitos maiores que outros, comparando,
por exemplo o número de pares com o de inteiros. Já no Ocidente, durante a
Idade Média, a questão do infinito era debatida no plano teológico. O infinito
é tido como um atributo de Deus e representa a distância que separa o divino do
humano. Mas tal como para os números infinitos, também para Deus havia
representações finitas, as imagens. Estas podem ser consideradas como transmutações
do infinito.”
“A história matemática do infinito atinge o seu verdadeiro apogeu com Cantor. Como diz Bertrand Russel8(1872-1970), “embora muita gente, desde os Gregos, tenha falado do infinito com grande à vontade, nunca ninguém pensou em perguntar, o que é o infinito?”. Mas “Dedekind e Cantor formularam esta questão e, o que é mais extraordinário, deram a resposta. Eles encontraram, por assim dizer, uma definição precisa de um número infinito ou de uma coleção infinita de objetos”.
O aspecto prático é que a Árvore da Vida Pai Celestial é INFINITA (um simbolismo de Deus, o Pai Celestial) é “maior” que a Árvore da Vida de Deus, o nosso Jeová e também da Árvore da Vida de Deus, o Espírito Santo, e OS INCLUI: Eles são UM DEUS (“o Pai”: Eles estiveram e estão no Pai) e apesar disso são DISTINTOS “INFINITOS”, como que “distintos dedinhos” do SER SUPREMO.
Da mesma forma, a Árvore da Vida do Pai Celestial do nosso Pai Celestial (que já foi um MORTAL, discurso de José Smith Jr. no funeral Elder King Follet) inclui a Arvore da Vida do Pai Celestial e é MAIOR QUE ELA (é um INFINITO MAIOR, é de uma ETERNIDADE ANTERIOR). Chega-se que o UM DEUS, SER SUPREMO, como Suprema Árvore da Vida Divina está em TODAS as ÁRVORES DA VIDA e todas estas estão nELE e são UM DEUS, o SER SUPREMO. Mas todas as Árvores da Vida juntas constituem apenas “Um Deus” e que está em “UM DEUS”: tudo proveio do “UM DEUS”, desde toda a ETERNIDADE, medida através da ESCALA DE “TEMPO ABSOLUTO”, como que um contínuo presente.
Talvez assim exposto seja mais simples. Quiçá possam compreender o “conceito” CRU abaixo exposto (sou ignorante).
Vamos considerar que todas as Árvores da Vida Divina sejam como que “transparentes” e cheias com “LUZ DIVINA”, de forma que “brilham” como um Sol, e fornecem a LUZ divina para produzirmos nossa “seiva elaborada” que enviamos ao “UM DEUS”. Há um detalhado e longo site em Português http://geocities.yahoo.com.br/celsoelyi/jesus_tree_divine_life.htm
Imagine que todas as Árvores da Vida estejam ligadas a uma ÚNICA Árvore da Vida antecedente e às Árvores da Vida descendentes. Elas são em número infinito, e tem existido ao longo de todas as infinitas eternas eternidades infindáveis, como que “crescendo”.
Considerem que tenham como que formado uma INFINITA E SUPREMAMENTE GRANDE ESTRELA. Ela será extremamente BRILHANTE. Mas considere que elas estão como que LIMITADAS POR UM LIMITE EXTREMAMENTE INFINITO, DESDE O INÍCIO, e para os fins práticos podemos considerar essa SUPREMA CRIAÇÃO COMO SENDO UM “SUPREMO BURACO NEGRO”.
Não há como saber o que acontece dentro desse “Supremo buraco Negro”, porque nenhuma “luz” escapa dele. Isso nos dá uma IDÉIA DE UM TEMPO INFINITO QUE SE “FECHA SOBRE SI PRÓPRIO”, FECHANDO-SE O TEMPO NA PRÓPRIA SUPREMA CRIAÇÃO: O TEMPO DO “SUPREMO SER”.
Pode-se imaginar que nenhum tempo se passa quando se examina do ponto de vista “externo”. Veja que não existe PANTEÍSMO, no sentido de que o próprio UM DEUS é o que constitui tudo o que é visível e invisível. Se o UM DEUS estiver além e/ou no limite até o qual a LUZ DIVINA PODE IR, pode-se considerar que o UM DEUS pode estar até além do “horizonte dos eventos” (para o buraco Negro): além da nossa escala de tempo, além do Tempo da Criação e dos que são Deus: está no SUPREMO INFINITO em termos de tempo e de espaço. Podemos dizer que está no supremo KOLOB.
Então, vamos imaginar que uma “LUZ” seja emitida “para fora” da SUPREMA CRIAÇÃO.
Essa “LUZ” após um tempo infinito chegará ao Horizonte dos Eventos, e sua trajetória será curvada, e após outras infinitas curvaturas, acabará chegando ao ponto de partida.
Se o ponto de lançamento for no Horizonte dos Eventos, teremos uma linha geodésica, SUPREMA, circulando através (fechando) de todas as Criações, e que se fecha. Como que uma ilustração da “curva fechada do tempo”, como uma “linha geodésica máxima possível, suprema”, que iniciou em “alfa” e retornou em “ômega”.
Os mortais pensam que a trajetória (TIPO ÓRBITA da LUZ DIVINA) é única, Mas em realidade a LUZ ao chegar em “ômega”, que é o próprio “alfa”, continuará em sua trajetória, curva geodésica máxima (fechada: círculo máximo) até chegar novamente em “ômega”.
Podemos dizer que de fato as Criações do SER SUPREMO se repetem em ciclos infinitos, após o infinito tempo que leva cada círculo fechado ser percorrido de “alfa” até “ômega”. Os infinitos dos infinitos dos ilimitados tempos separam as infinitas etapas da Criação. Constituem-se tão somente o SUPREMO INFINITO, como que o SUPREMO CÍRCULO do qual apenas damos valores diferentes às suas posições diferentes, como que os eventos mais primitivos (mais próximos a “alfa”) tendo um valor atual para nós infinitamente pequeno em relação ao que daríamos se esses mesmos eventos acontecessem agora (na posição do Círculo Supremo que indica nossa posição na Suprema Criação) e daremos mais valores se pudéssemos garantir agora que esses mesmos eventos (que nos são favoráveis) irão ocorrer no futuro: por exemplo, nossa salvação e exaltação.
De fato apenas quem é Deus e vê tudo como avaliado nas diversas posições do Círculo Supremo, pode ver tudo como se estivesse acontecendo no “presente contínuo”, de forma que os eventos iguais apresentam valores iguais caso tivessem ocorrido próximo à condição “alfa” ou “ômega” ou qualquer outra “posição intermediária”.
Nesse sentido, o tempo seria algo como que informação “posicional” que informa onde as coisas estão ocorrendo associadas a cada ponto do “Círculo Eterno” e o “valor posicional associado” aos eventos no correspondente “tempo”.
A apreciação do “tempo” (ao “valor que damos a ele, para eventos ao longo do “círculo eterno”) está associada ao “nível de nobreza”, de sorte que na nossa escala (de baixo nível de nobreza e pouca informação de que estamos feitos) damos excessivo valor aos eventos presentes em relação aos eventos passados (por não podermos avalia-los em escala de conhecimento adequado, como que vendo apenas os primeiros passos de uma longa estrada: escondida sob camuflagem, ou véu) e não acreditamos em usufruir ou viver os valores de eventos futuros, nos quais deveríamos investir para se ter grande retorno de lucro sobre o investimento.
Mas os mortais transladados vêem o passado e futuro na correta perspectiva, sem o “véu”, e assim vivem em estado de “maior nobreza” e o “tempo mortal” lhes parece fluir bem lentamente, (em relação ao nosso tempo). Não sei ao certo como é tal relação. Mas quando vejo os Judeus somando dias espirituais com dias mortais e dias mortais-transladados (de Noé na Arca) para criarem o “calendário deles”, contento-me com minha tão grande ignorância sobre o “tempo”. Seria como estar a somar abóboras com galinhas e com árvores e esperar que “signifiquem algo coerente”.
25-ago-2003 Hotel Bittar-Brasilia
SHALOM!
Al_ijah