BACIA-PALMITAL-ladoA

KOLOB é continuação de um assunto que estávamos a comentar na semana passada, quando estive em Brasília.

 

O serviço disponibilizado pelo Hotel Bittar para acesso à Internet deixa a desejar: deve impressionar “negativamente” os hóspedes internacionais. Além das mariposas tentando assediar os internautas: questão “social/ecológica”, diriam.

 

Mas o computador era lerdíssimo (com conexão via cabo telefônico comum). No meu último dia, estava com horário reservado (como no primeiro), mas me descuidei e quando vi uma senhora já estava tendando abrir a Internet. E me disse sorridente: “que o mundo é dos mais rápidos e espertos (bobeou dançou...)”. E quando finalmente estava tentando apresentar o tal arquivo sobre o Tempo e a Árvire da Vuda, algo relativamente complicado, uma pessoa enorme e forte me tocou e informou para ser rápido que ele  precisava entrar na Internet, também. Portanto, fiz o trabalho “voando”, digitando o mais rápido que pude. Com certeza devem existir erros. Irei revisá-los: mas como está fica. Eu tinha feito algo para me guiar (e no fim fui é largando dele, para digitar bem mais rápido, de forma que foram divergindo muito... por isso eu o destrui, em “água corrente”,  decompondo-o pelo “método dos 666”: pode ser “compreendido” assim: 66 6 = 26 21 22 21  ou 6121 ou se pode inverter e fazer a média: quác! Ésse número serve para “brincadeiras”, como dos cabalistas judaicos, esotéricos!). 

 

http://geocities.yahoo.com.br/rio_eden/TEMPO_ABSOLUTO_RELATIVIDAD.htm  de

ÁRVORE DA VIDA (OU da “CABALA JUDÁICA”?)

 

E http://geocities.yahoo.com.br/rio_eden/TEMPO_SUPREMO_SER_SUPREMO.htm

T E M P O   E S P I R I T U A L   E   D O S    M O R T A I S

 

 Por certo, esta mensagem não se destina a questionar assuntos de Física e nem os assuntos de Religiões. Esta mensagem é tão acadêmica ou religiosa, no sentido estrito daqueles que estão profundamente envolvidos em cada um desses campos do conhecimento, quanto não estava o autor de VINTE MIL LÉGUAS SUBMRINAS (Júlio Verne) quanto a examinar se havia algum reator nuclear para propulsionar o tal do submarino tão futurístico e que hoje é uma realidade banal, com vários deles afundando na extinta União Sovietica, hoje um fardo para a Rússia carregar esses cacarecos ultrapassados, com os quais sonham os Militares Brasileiros: teoria da relatividade é isso aí. O que é considerado um lixo para uns é o sonho de outros. É o que se vê na vida diária de milhões de catadores de papel (e outras coisas), a revirarem montanhas de sacos de lixo.

 

Ou seja, esta MENSAGEM não pode ser utilizada nem para fins religiosos e nem para fins científicos. Talvez não passe de uma ESPECULAÇÃO que estamos apresentando, e que se situada, de alguma forma, a meio caminho de tão conflitantes campos do conhecimento humano, cada um tendo profundas desconfianças sobre o outro. Se leram esta mensgem, a leiam como teriam lido ou irão ler os romances especulativos de Júlio Verne. Sem um compromisso além daquele de abrir o horizonte a outras especulações.  Jesus Cristo também utilizou diversos conhecimentos, disponíveis em sua época, sem se preocupara em apresentar uma discussão científica ou tecnológica ou filosófica sobre os mesmos. Estava interessado apenas em apresentar algum tipo de ensinamento simbólico, mostrando haver um certo “paralelismo entre uma realidade”, que em geral estava oculta (como à relativa aos assuntos espirituais), e um outra “realidade” mais ao alcance dos ouvintes. De forma que até os “doutores da lei e os sacerdotes” podiam compreender facilmente a mensagem espiritual/religiosa, a qual os condenava, e que de outra forma seria difícil ou impossível de compreenderem, e os levariam a apresentar intermináveis interpretações de Escrituras, como é típico das atuais Religiões quando contendem umas com as outras e se “iram”.

 

Voltemos de novo ao tal do assunto sobre “BURACOS NEGROS”. Não sei se existem de fato e se são “NEGROS MESMOS”, ou CINZENTOS, ou COR DE ROSA ou BRANCOS, e se de fato não saem nada deles (como é o que se apregoa a respeito deles) e só são como que “DEVORADORES DE TUDO AO REDOR DELES” (como um “monstro glutão mostrado no filme SUBMARINO AMARELO, dos Beatles, em que no fim tal “monstro” acabe comento a si próprio: O QUE ACONTECE?). Ou seja, se o BURACO NEGRO se tornar SUPREMO, contendo tudo o que tem no Univeso, EXPLODIRIA como que num “big-bang”? Nãosei. O big-bang que acostumei ver foram os filmes de Hollywood com os Ianques exterminando, sem dó, os TERRORISTAS da época: os ÍNDIOS dos EUA, e mais os Mexicanos, de quebra). Ainda nem sonhavam em exterminar o TERRORISMO ISLÂMICO do Mundo: mostrava-se como os TERRORISTAS da época “mereciam morrer” por causa de suas BÁRBARAS (TERRORÍSTICAS) ações, traiçoeiras, covardes, etc.

 

Muito bem: vejam só este material, do site

http://web.tiscali.it/no-redirect-tiscali/vcoletti/ideas/blackholes.html

 

When a star of great mass ends its nuclear fuel, there is no force able to stop the gravitational collapse. Mass reaches high densities and the star becomes a black hole. All mass collapses at the center of the black hole, in a singularity, while around it an events horizon is produced, a virtual sphere marking the borders of the black hole. Matter and energy falling down over the events horizon, can never go back and they reach quickly the singularity.
According to Schwarzchild, the events horizon delimitates a closed region of the space-time, totally inaccessible from the outside. Later, Steven Hawking demonstrated that black holes radiate and can even lose all their mass.

 

Quando uma estrea de grande massa consome seu combustível nuclear, não existe força capaz de parar o colapso gravitacional. Sua massa alcança altas densidades e a estrela torna-se um BURACO NEGRO. Toda a massa colapsa no centro do buraco negro, em uma SINGULARIDADE. Enquanto isso ao redor dessa estrela (buraco negro) um HORIZONTE DE EVENTOS é produzido, uma esfera virtual fazendo as bordas (limites) do BURACO NEGRO. Matéria ou energia caindo através do horizonte dos eventos, não pode mais retornar (para fora do buraco negro) e eles alcançam rapidamente a singuralidade (seu centro).

Anyway, matter falling down lose quite all its original features and is reduced to a very elementary state, where the only observable things are mass, magnetic field and angular momentum of the black hole, being thus very similar to an elementary particle. This scheme has some problems however, because the total amount of information in the universe is supposed to be constant and we lose instead quite all the information about the matter falling down into a black hole.

De qualquer maneira, a matéria em queda perde bastante de suas características originais e é reduzida a um estado muito elemenyar, onde as únicas coisas observáveis são massa, campo magnético e momento angular do buraco negro, sendo assim muito similar a qualquer partícula elementar (próton, elétron, etc.) Este esquema tem alguns problemas, entretanto, porque a quantidade total de informação no universo é suposta ser constante e nós perdemos, ao invés disso, uma quantidade razoável de informação a respeito da matéria caindo dentro de um buraco negro.

There is another effect of the events horizon, always according to Schwarzchild: what happens to matter is different if observed within the internal reference system of the black hole or from an external reference system, at a distance. Looking from the inside, matter approaches the events horizon, crosses it, then quickly falls towards the singularity. Looking from the outside, matter approaches indefinitely the events horizon, reaching it only at time plus infinity. To solve this problem, theoretical scientists invented schemes to make things appear the same way everywhere and this schemes introduced also the possibility to travel in time and space for matter crossing the events horizon.
But what if nature were exactly this way, with matter (as seen from the outside) accumulating just out the events horizon?

Há um outro efeito do HORIZONTE DE EVENTOS, sempre de acordo com Schwarzchild: o que acontece à matéria é diferente se observado a partir de um sistema de referência interno ao buraco negro em relação ao que acontece quando visto de um sistema de referência externo ao buraco negro, de uma (boa) distância. Vendo “de dentro”, a matéria (caindo) se aproxima do HORIZONTE DE EVENTOS, cruza-o, e então rapidamente cai em direção ao centro da singularidade. Vendo do ponto de vista do referencial externo, a matéria se aproximada INDEFINIDAMENTE DO HORIZONTE DE EVENTOS, alcançando-o em UM CERTO TEMPO + A ETERNIDADE. Para resolver este problema, os cientistas teóricos inventaram esquemas para fazerem as coisas aparecerem da mesma maneira a partir de qualquer ponto em que esteja o sistema referencial (dentro ou fora do buraco negro). Este “esquema” introduziu também a possibilidade de VIAJAR NO TEMPO e no ESPAÇO “para a matéria cruzando o HORIZONTE DOS ESVENTOS”. Mas o que aconteceria (“SE” a natureza atuasse exatamente desta maneira) com a matéria (como vista de fora do buraco negro) acumulando um pouquinho fora (acima) do HORIZONTE DE EVENTOS?

 

Since we are outside black holes we observe, matter does not actually fall inside them, but it only comes very close to the events horizon. Not falling inside, its information remains accessible from our universe. Inside the black hole there is only the matter that was on the star before it collapsed.
This imply that matter becomes more and more dense in a very thin sphere, just outside the events horizon.

Uma vez que estamos do lado de fora dos buracos negros que observamos, a matéria que cai sobre os buracos negros de fato não cai para dentro deles, mas apenas chega nas proximidades do HORIZONTE DOS EVENTOS. Não caindo para dentro do buraco negro, a informação contida nas matérias (caindo para os buracos negros) permanece acessível para nosso universo. Dentro do buraco negro há apenas a matéria que estava na estrela antes de ela colapsar (em um buraco negro). Isto implica que essa matéria (exterior ao HORIZONTE DOS EVENTOS) se torna mais e mais densa em uma esfera muito fina, um pouquinho fora (acima) do HORIZONTE DOS EVENTOS.

 

MUITO BEM!

 

As coisas são um pouco complexas. Mas irei fugir ao approach da Cabala Judaica e seu raio relampejante. Nada de SEPHIR YETZIRAH (o Livro da Criação) ou o ZOHAR (o Livro do Esplendor). Bem que já fiz contribuições para sites de Cabala. Contribuí para um Site e quando finalmente “entenderam a mensagem era do Monoteísmo”, que era a negação e fim da Cabala ensinada, acabaram com o Site; Como que se esconderem embaixo do tapete esperando impedir de o cheiro da corrupção=apostasi de se espalhar: http://www.kingdomofzion.org/boards/hebrew/index.html Dentro desse site havaia um departamento destinado a “Hebrew, Kabballah  & Tree of Life”. Minha tese foi: TREE OF (DIVINE) LIFE: SYMBOL OF SUPREME ONLY G-D

 

O que as pessoas não compreendem é que o HORIZONTE DOS EVENTOS, associados ao qual está o UM DEUS, como que no LIMITE (como sendo o SUPREMO), está a CRESCER. O REINO DE DEUS não é ESTÁTICO, mas dinâmico. Como já foi mostrado, acho que no site JESUS_TREE_DIVINE_LIFE (e seus muitos arquivos de referência), as Árvores da Vida podem ser consideradas como parte da SUPREMA ÁRVORE DA VIDA DIVINA, e como que estão a crescer rumo ao HORIZONTE DOS EVENTOS, e é como que o SUPREMO SER, o UM DEUS, ALÁ, SUPREMO JEOVÁ, SUPREMO ELOHIM esteja “aumentando em grau de glória” e seu REINO (SUPREMO) esteja a Crescer. Podemos imaginar que o fluir da luz de um Reino de Deus para outro está a ilustrar os infinitos REFERENCIAIS DE TEMPO QUE SÃO LOCAIS, não absolutos. Como que o Deus de um Reino (que pode incluir infinitos Reinos, de Deus que são descentes dEle) pode ser considerado como a “origem dos tempos, o referencial dos tempos” para aquele reino. Onde está tal Deus, junto a Ele está o seu “referencial dos tempos”, válido para o Reino do qual Ele é Rei (com suas Rainhas) Criador. Em tal sentido existem infinitos “kolob” no Supremo REINO do SUPREMO SER ÚNICO, o UM DEUS, o qual possui o seu próprio KOLOB. Só que o referencial do UM DEUS, de ALÁ, sempre existiu e nenhum referencial de tempo pode se aproximar Dele. Tal é o TEMPO ABSOLUTO, o tempo do UM DEUS, o sistema referencial de TEMPO que sempre EXISTIU. EXISTIU antes mesmo da 1ª CRIAÇÃO, ou ORGANIZAÇÃO, feita a partir do UM DEUS. Talvez se possa considerar como que o UM DEUS estava no CENTRO da SINGULARIDADE e estava até na PERIFERIA DA SINGULARIDADE, e como que se “expandiu” o que era UM SÓ, e no intervalo se formou a primeira ORGANIZAÇÃO, de forma que uma Árvore da Vida (correspondente a um ELOHIM, em simbolismo, como “um Deus Criador”, constituído de “um macho” e de “várias fêmeas”, como se fôssem Uma Só mas com as Vidas de Muitas nela – há site nesse sentido, explicando) se unia ao UM DEUS e ao UM DEUS. À medida que a “Coroa se expandiu”, as novas gerações, as novas Árvores da Vida, cresceram a partir da Árvore da Vida Pai (ou Ancestral) rumo à Coroa, que está sempre infinitamente distante das Árvores da Vida Descendentes, de sorte que o equivalente ao KOLOB que está na Coroa está no Centro, como que na Singularidade, local de máxima Glória e grau de glória possível (como que de radiações ultra-penetrantes, super-energéticas, como que comprimentos de onda extremamente curtas), de sorte que não é possível olhar diretamente para a face do UM DEUS e permanecer mortal (pode-se olhar para o Pai Celestial, como José Smith Jr. e Estevam testemunharam que puderam vÊ-lo; mas ninguém pode olhar para o UM DEUS e permanecer mortal: é o fim do período de mortalidade, mas se pode vê-lo pelas COSTAS (coberto sob um “véu apropriado”) e por frente também deveria estar coberto (velado) com um tipo de “xador”, o que impede de ver SUA FACE. Seu grau de nobreza de energia é tão elevado, que se descobrir sua face de um “xador” e olhar para uma montanha, ela se derrete.

Ou seja, após todo esse blá-blá, vê-se que o que chamamos de KOLOB “para nós”, como informação que vem de Deus e dos que são “Deus Ancestral”, até o UM DEUS = ALÁ = SER SUPREMO ÚNICO, situam KOLOB no próprio “TRONO” desse DEUS SUPREMO, o qual controla todas as CRIAÇÕES (e obviamente os PLANETAS que nelas existiram, existem e existirão nas Criações, onde houverem criaturas do UM DEUS, sendo tais Criações realizadas através dos que são Deus, os SERVOS do UM DEUS). É claro que a primeira “kolob” se estabeleceu=organizou no TRONO daquele nosso Ancestral (segundo nossa ordem de nosso Ancestral Deus Criador, uma Família tipo ELOHIM, como que “uma única Árvore da Vida de Criador=Organizador=PROVEDOR” ß- clique), e embora isso tenha acontecido infinitas infinidades de infinitos tempos eternos, originou-se de KOLOB, do UM DEUS, o ABSOLUTO e SUPREMO. Desde então existem progressivamente “kolob” adicionais, todos com o “tempo relativo”, que remonta ao primeiro “kolob” e este ao SUPREMO “KOLOB”, o ABSOLUTO.

Pode-se considerar o tal do “ciclo hidrológico” aplicado ao “fluxo de seiva divina” como indo do UM DEUS ao UM DEUS e retornando ao UM DEUS, de forma que o SUPREMO TEMPO permanece o mesmo “dentro” e “fora” do que poderíamos considerar como sendo todas as “Árvores da Vida Divina”. Então, como são a “mesma coisa”, o TEMPO ABSOLUTO na COROA (junto ao HORIZONTE DOS EVENTOS) é o mesmo TEMPO ABSOLUTO na Singularidade (bem no Centro do Buraco Negro). O círculo máximo da LUZ DIVINA (não a física) “orbitando” como CÍRCULO MÁXIMO ao redor da esfera HORIZONTE DOS EVENTOS é uma indicação desse TEMPO ABSOLUTO, indo de “alfa” até “ômega”  e retornando exatamente a “alfa” e continuando novamente até “ômega”, eternamente, sem fim. Assim, quando o “dedidnho do pé” está a falar do “todo EU SOU, EU SOU O QUE SOU, o SUPREMO, o SEMPRE EXISTENTE”, Ele se apresenta como “EU SOU, EU SOU O QUE SOU: EU SOU O ALFA e O ÔMEGA: EU SOU A ORIGEM DO TEMPO ABSOLUTO, DO INFINITO” e não há existência possível fora de MIM. EU nunca nasci ou morri: sou sempre o mesmo, o sempre existente. Quem nasceu e morreu foi o “servo”, o “deus”, o “profeta exatamente igual a Moisés quanto a ser humano e mortal, sem poderes divinos ativos”. DEUS (e Deus) não nasce e nem morre, e nem habita na mortalidade possuíndo um corpo mortal, corruptível. Mataram um “deus”, o maior de todos. Mataram “emanuel” = “deus” conosco. Mas “Emanuel” ainda virá como “Deus” conosco, num dia que se aproxima com o fluir do “tempo relativo”.

Agora é minha filha querendo ver o ICQ. Vou parar por aqui. Reviso outra hora. 31.ago.2003 11:31 p.m.

SHALOM!

Al_ijah